Há 5 anos
Muitas pessoas comentaram, depois de ler esse post aqui, que elas não conseguem se desligar do Facebook. Por isso mesmo resolvi dividir com vocês a minha experiência e de onde consegui as forças para realmente me desconectar de vez.
| Sair do Facebook fez eu me sentir livre pela primeira vez em muitos anos. Foi aterrorizante e libertador ao mesmo tempo. |
Como eu entrei para o Facebook
Eu já não tinha nenhuma rede social desde 2009, quando comecei a me relacionar com meu ex-namorado. Sai do Orkut pois briguei com as minhas amigas de escola muito feio e queria cortar relações totalmente. Já em 2011, quando comecei meu curso no Soho Cabeleireiros, acabei entrando para o Facebook para manter contato com as pessoas da minha turma, afinal cada um de nós estava trabalhando em um uma parte diferente da cidade. Meu perfil nunca cresceu muito, pois eu dava uma limpada nele de meses em meses (já falei sobre o assunto aqui no blog, mas acabei deletando o post pois ele nunca fez muuuito sucesso).
O que eu fazia no Facebook
Eu não via graça em ficar descendo pela timeline, mas ao mesmo tempo adorava entrar nas páginas que existiam procurando por pessoas com o pensamento parecido com o meu. Meu ex, que era um tanto ciumento, acabava sendo meu maior contato e interação na rede. Geralmente, recebia uns poucos likes nas minhas postagens, o que fazia com que me questiona-se a respeito da minha relevância no mundo e na vida das pessoas, um hábito nada saudável. Quando finalmente o meu namoro terminou, em 2014, eu comecei a usar as redes para interagir mais com as amigas que eu acabei "arrumando" no pós término, mas nada de especial. Foi aí que comecei a explorar mesmo o Instagram, o que não fazia antes para não ter que lidar com as sessões de bico e ciúmes do meu antigo relacionamento.
Quando eu comecei a me incomodar com o Facebook
Finalmente, eu tinha liberdade para usar a rede social como bem quisesse. Então, comecei a interagir mais e mais com pessoas, até que percebi que maioria do conteúdo que chegava até mim estava carregado de energias negativas. Por exemplo, uma semana após o término do meu namoro, meu ex assumiu um outro relacionamento, e, para a grande maioria dos nossos amigos, isso foi um choque enorme: ninguém sabia que tínhamos terminado, pois ao invés de alterar meu status para "Solteira" e estampar isso na minha timeline, apenas deixei essa informação completamente privada. Eu mesma já havia recebido a notícia um dia antes e estava bem com ela, mas acordei no dia seguinte sendo bombardeada por mensagens de amigos e me senti profundamente humilhada (o tiro saiu ainda pior para o meu ex, vale dizer).
Alguns meses depois, conversando com uma amiga, conversávamos sobre coisas aleatórias e ela me disse que as colegas de faculdade dela (que eu nem sequer conheciam), estavam visitando o meu perfil para saber "quem era essa garota que foi viajar com a galera da faculdade e fez amizade com o fulano de tal". Me senti invadida e exposta. Eu estava recebendo toda essa carga negativa de pessoas que eu sequer conhecia.
Depois disso, em um belo dia, descobri que aquele carinha que conheci, com quem sai e com quem fiquei tinha uma namorada, somente porque eu estava descendo inocentemente pela minha timeline e, olha só que coisa, senhor babaca mudou seu status de relacionamento para... Não foi uma experiência muito legal. Então, eu tinha acabado de ser efetivada no meu emprego e me peguei naquela constrangedora situação de "será que eu adiciono meus colegas de trabalho no Facebook?". Será que eu quero que minha chefe saiba que no fim de semana fui para a piscina, ou que tenho uma cachorra, ou que sai para a balada e bebi com as minhas amigas, ou quantas tatuagens eu tenho?
A gota d'água foi quando meu ex-namorado começou a me importunar, mandar mensagens, mandar e-mails, ir atrás dos meus amigos no Facebook, e as pessoas vinham me falar sobre ele, argh! Só sei que, em uma questão de meses, a rede social se tornou insuportável. Coloquei meu perfil em privado, mas mesmo assim a sensação não passava e ficou cada vez pior.
Como foi sair do Facebook
Eu sabia, pela experiência de uma amiga, que se eu deletasse minha conta, poderia reconectá-la a qualquer momento. A partir disso foi fácil: primeiro deletei os aplicativos do celular, deixando apenas o de mensagens por um tempo. Depois, percebi que nenhuma das pessoas com quem eu conversava por mensagens estaria perdendo meu contato se eu deletasse esse aplicativo também, afinal o Whatsapp estava crescendo e quase todos o tinham. Então, depois de alguns dias, deletei completamente a minha conta. O que mais me doeu foi ter perdido a página aqui do blog, mas paciência. Eu nunca me senti melhor: me sentia leve e livre, e podia usar o Instagram a vontade para me expressar com fotos, que sempre foi mais interessante para mim mesmo. Na época, muitas pessoas do meu convívio não estavam por lá, então demorou bastante para esse desconforto de "estar sendo vigiada" começar a me incomodar por ali também.
Particularmente falando, foi absurdamente fácil sair do Facebook. E eu não tenho intenção de retornar, pois sei que abalaria meu estado mental, me deixaria ansiosa e depressiva, e me faria questionar a mim e aos meus relacionamentos atuais. Se você não tem problemas com o seu perfil, mantenha-o. Se o motivo para cogitar excluir seu perfil é por conta do tempo gasto na rede, de uma controlada, isso só cabe a você. O que importa, no final do dia, é ser feliz e estar bem!
Estava com saudades de brincar um pouco de Project Pan, e depois da última limpa que fiz na minha coleção de maquiagem, acabei inspirada para fazer outra rodada. Ou talvez uma rodada de verdade (vamos fingir que sempre termino meus project pans com atualizações pontuais para vocês aqui do blog, ok?). Escolhi alguns produtos bem desafiantes, então segue a lista. Ah, lembrando que eu gostaria de terminá-los antes do meu aniversário, que será na segunda quinzena de Junho!
1. Loção Bronzeadora, da Body Store
1. Loção Bronzeadora, da Body Store
Nos meus planos originais, eu pretendia usar essa loção até o final do Carnaval, mas acabei fazendo corpo mole e não rolou. Nova meta estabelecida: terminá-la o mais rápido possível, sem desculpas! Tenho usado antes de dormir, passando nas pernas levantadas enquanto estou deitada, pois tem me feito super bem para a circulação (numa posição bem estranha, admito!).
Particularmente não sou fã dos produtos da Avon, mas para esse abro uma exceção. Não tem muito mais produto na embalagem, então, se eu fizer um esforço consciente, sei que, bem rápido, ele terá acabado. Costumo deixá-lo a vista, sobre a minha mesa de trabalho, e aplico massageando bem a palma da mão, para driblar as dores de ficar digitando o dia inteiro. O cheiro é bem relaxante, apesar de ser muito doce para o meu gosto pessoal.
3. Creme para cutículas, da Granado
3. Creme para cutículas, da Granado
Não fui eu quem comprou esse creme, mas sim minha mãe. Depois de alguns meses com ele rodando pelo banheiro sem uso, e após ter terminado com o creme que eu usava para fazer as unhas, acabei o adotando. Está quase cheio, pois não se usa muito por uso, mas quero me desafiar a terminá-lo logo, e, por tabela, me obrigar a fazer mais frequentemente as unhas. Talvez o utilize como creme de mãos quando o da Avon terminar, pois ele deixa uma sensação bem gostosa na pele após o uso.
4. Pomada de tratamento dermatológico
4. Pomada de tratamento dermatológico
Há um ano comecei esse tratamento para eliminar umas manchinhas que haviam aparecido nas minhas pernas, mas, conforme as manchas diminuíram, fui abandonando o tratamento (quem nunca?). Falta bem pouco produto na bisnaga e quero terminá-la por inteiro pois deu ótimos resultados enquanto segui o tratamento corretamente. A prescrição indica o uso durante a noite, removendo-a no banho de manhã, principalmente por causa do cheirinho forte. O problema é, em meio ao sono, lembrar de aplicá-la diariamente... Para contornar isso, programei um alarme no meu celular!
5. Demaquilante They're Real, da Benefit
5. Demaquilante They're Real, da Benefit
Somente uma amostra de demaquilante que recebi com minha máscara da Benefit, há mais ou menos 1 ano e meio atrás. Nunca tive interesse de usá-lo, mas acho que chegou a hora de dar uma chance para esse produto. Acredito que só tenha o suficiente para uma aplicação e ele promete remover completamente a máscara de cílios They're Real (que é absolutamente impossível de ser removida pelo meios conhecidos pelo homem...). Vamos ver se é tudo isso, apesar de que não acho que justifique o preço de qualquer forma...
6. Lápis sombra cremosa Jumbo na cor Milk, da NYX
6. Lápis sombra cremosa Jumbo na cor Milk, da NYX
O fatídico lápis infinito da NYX. Mal posso esperar para vê-lo terminado. A ideia é apontá-lo mais vezes, não porque realmente precise, mas sim por ser um produto cremoso que vai em contato direto com os olhos.
7. Base Flower Perfection, da Bourjois
7. Base Flower Perfection, da Bourjois
Minha base infinita da Bourjois começou a mostrar os primeiros sinais de que o fim se aproxima (profético, não?): essa marca no vidro não fui eu quem fez, mas começou a aparecer agora que só tem produto no fundo do vidro! Eba! Mesmo assim estou controlando a emoção, afinal pode muito bem ter mais dois anos de produtos aí dentro (eu não duvidaria).
8. Base em pó Stay Matte But Not Flat, da NYX
8. Base em pó Stay Matte But Not Flat, da NYX
Quase no fim, dando seus últimos suspiros, esperando apenas o último contato com o pincel fofinho de aplicar pó para dizer seu adeus definitivo ao mundo (agora, um pouco poético, para equilibrar!). Ainda me lembro da emoção que senti quando o primeiro pedacinho do fundo apareceu, parece até que foi ontem... O único problema é que esse pó assim, meio solto, está fazendo uma senhora bagunça quando estou o manuseando. No mais, seus dias estão contados!
9. Batom na cor Dusty Rose, da NYX
9. Batom na cor Dusty Rose, da NYX
Usando-o no meu dia-a-dia, como substituto do hidratante labial (ou seja, reaplico várias vezes durante o dia), tive um progresso inacreditável com esse batom. Acho que em pouco mais de um mês já usei mais da metade do que eu tinha originalmente. Agora é só continuar com o uso diário até que ele finalmente termine, e, depois de terminado, poderei me dedicar da mesma forma aos meus hidratantes labiais/lip shimmers da Burt's Bees. Gosto de substituir o hidratante pelo batom pois assim pareço mais "arrumadinha" e de quebra uso meus produtos. Esse batom mesmo já estava por aqui há uns dois anos e estava praticamente inteiro! Bota pra usar, Tate! :)
10. Hidratante labial de Baunilha e Macadâmia, da Nivea
10. Hidratante labial de Baunilha e Macadâmia, da Nivea
Melhor hidratante labial que já usei, sem nenhuma dúvida. Quero terminá-lo pois, meu amado namorado, amassou ele inteiro enquanto tentava abri-lo para mim um dia desses (fica a dica Nivea: melhorar essa embalagem). Pelo menos eu ri bastante da cara assustada que ele fez quando percebeu que tinha dobrado a latinha ao meio! Ainda não sei como eu me sinto a respeito do método de aplicação do produto, com os dedos e tal, me parece meio sujinho... Enfim, com certeza vou compra-lo novamente (algum dia).
E, finalmente... Paleta Caviar and Bubbles, da NYX
Quis tanto preservar essa paleta, que eu tanto gostava, que ela perdeu muito da sua qualidade. Bem feito para mim, agora minha meta é terminá-la ainda esse ano. No Carnaval comecei a usar essa sombra rosa clara (ao lado da sombra preta, na fileira de cima) para fixar o lápis jumbo da NYX e rapidinho apareceu uma boa parte do fundo, pois as sombras são bem porosas. Considerando que a sombra rosa estava praticamente inteira, esse feito começou a alimentar em minha pessoinha a ideia de zerar completamente essa paleta durante esse ano. Agora resolvi que quero usar metade das sombras o máximo que conseguir até o meio do ano (essas que estão "marcadas" com um X). Bom, boa sorte para mim!
De acordo com minha mais recente pesquisa no Google, ninguém. Não sou ninguém e não existo em lugar nenhum. Não tenho Facebook, Twitter, Linkedin. Não estou matriculada em nenhum curso, não exerço nenhuma atividade, com exceção da minha ocupação profissional. Não uso cartões de crédito no meu nome, nem tenho convênios ou vínculos com nenhuma instituição. Ninguém me liga e as únicas mensagens que troco são com meus relacionamentos muito próximos: namorado, amiga e família. Eu existo?
Nos últimos meses senti uma necessidade enorme de me reinventar, e para isso, o minimalismo e tudo que descobri nos últimos anos, foram as ferramentas fundamentais usadas no processo. Preciso de paz e silêncio, ou seja, preciso de espaço para focar em quem sou. Eliminei, então, tudo aquilo que estava gerando ruídos em minha vida: deletei o aplicativo do Instagram do meu celular (ainda não deletei a conta, estou "testando o terreno") e também os aplicativos de jogos, apaguei os contatos e sai dos grupos da faculdade, inclusive das pessoas com quem mais me relacionava para os trabalhos. Limpei meu e-mail pessoal inteiro, inclusive os e-mails enviados, mantendo só as informações pertinentes aos meus projetos atuais (férias, relacionamentos, trabalho etc).
Por outro lado, tenho lido mais a respeito de assuntos que me interessam e principalmente me permiti explorar os aspectos dessa nova fase da minha vida, que finalmente se apresentou. É um mix de sentimentos bem interessante, pois me sinto arrumando o quarto para receber um novo morador em minha casa. Tenho tomado o cuidado de reprimir os comportamentos infantis, principalmente de posse, e buscado um modus operandi mais adulto. Afinal, farei 26 anos dentro de dois meses, não posso mais ser considerada nem uma jovem adulta. São mudanças dificeis, mas gosto de pensar que são o começo de um estilo de vida mais alinhado com minhas crenças pessoais.
É estranho voltar a um estado de "não-existência". Não postar fotos do meu dia-a-dia no instagram, não zapear a vida alheia nas redes sociais, falar só com as poucas pessoas que lembram da minha existência. Me lembro de estar "conectada" desde os meus 12 anos, e cortar esse hábito me fez muito bem. Era tudo excessivo e superficial, e nada disso me fazia feliz. Hoje, no silêncio que criei ao meu redor, consigo perceber melhor meu mundo e minha existência, e, apesar de ser "vazio", me fez sentir mais íntegra: existo apenas por mim, não pelos outros, não pelas opiniões alheias. Tem sido uma boa vida! :)
Foi muito difícil convencer minha família a não me presentear com ovos de chocolate, ou nenhum tipo de presente, nas festividades de Páscoa. Meus pais, provenientes de famílias católicas e conservadoras, sofrem com minhas crenças pessoais, especialmente referente aos feriados cristãos.
O meu ponto de vista é bem simples: se você não é cristão ao ponto de seguir todas as tradições impostas pela sua crença com relação ao feriado de Páscoa (e todo o resto), então não seja a pessoa que irá gastar as bicas com ovos de chocolate que só servem para aquecer uma indústria que inflaciona o preço de um bem de consumo absolutamente comum por conta de um dia no ano. Pronto, falei.
Eu, particularmente, sempre tive grandes desconfortos alimentares no pós-Páscoa, por conta das "orgias alimentares" de chocolate e doces ganhados. Nunca comi carne na Sexta-feira Santa (já não comia peixe e na minha família não se come carne nesse dia), mas sempre ganhei muitos ovos. Estes ficavam rodando pela casa por meses, até que minha mãe finalmente os derretia ou ralava para usar em outras receitas e evitar o desperdício. Chegamos até mesmo a doar os ovos de Páscoa que ninguém estava interessado em comer.
Pensando nisso, resolvi pesquisar o significado por trás dessa tradição, porque nunca entendi bem o significado dessa história de presentear as pessoas com ovos de chocolate. De acordo com o que descobri, o ovo simboliza o renascimento, e o coelho, a fecundidade (se relaciona com a "fecunda" missão da igreja em propagar sua mensagem, enfim...). Por conta da quaresma, as pessoas substituíram os ovos de galinha, originalmente pintados e usados na troca de presentes da celebração, pelos ovos de chocolate. Por uma incrível coincidência, isso aconteceu na mesma década que o surgimento da indústria de chocolates na Inglaterra, em 1830. Poxa, olha só que coisa...
Sou absolutamente contra essa tradição (dos ovos de chocolate, não da Páscoa), assim como qualquer tipo de comercialização exercida a partir de comemorações religiosas, mas não acho que isso seja culpa dos "homens malvados da indústria" (já trabalhei no comércio e entendo que é uma necessidade, de certa forma). Mudar isso englobaria mudar toda a maneira como a economia atua e, apesar de ser algo que me interessa, não é esse o foco do meu post hoje. Então, como contornar a situação?
Não tome parte.
Não comemoro a Páscoa, consequentemente não tomo parte dessa comemoração. Extremistas podem pensar, então, que eu deveria trabalhar na sexta feira, afinal o feriado não significa nada para mim. Porém, assim como os judeus ganham dias de folga nos feriados cristãos que para eles não existem, eu também tenho que seguir o calendário da empresa em que trabalho (na época em que trabalhei no comércio, o feriado não mudava minha escala). Afinal, a grande maioria das pessoas não trabalha no Carnaval, mas não necessariamente isso significa que elas estão na avenida, pulando atrás do bloco de samba, certo?
Compre os ovos das microempresas ou produtores caseiros.
Se você, diferente de mim, não tem problemas com o "presentear ovos", ou se não tomar parte não é uma opção disponível, pelo menos colabore para a economia local da sua região. Compre os presentes em microprodutores ou mesmo com aquela sua conhecida que está vendendo ovos de Páscoa para aumentar a renda da casa dela (afinal, ninguém teria esse trabalho se não fosse por necessidade). Numa época onde o país sofre uma crise histórica e onde, de acordo com o Sebrae, as pessoas estão se voltando cada vez mais para o empreendedorismo, apoiar iniciativas menores é a melhor maneira de contribuir para sua região, cidade ou comunidade. Pratique essa ideia.
Compre os ovos depois do feriado.
Essa é bem popular: se faz questão dos ovos embalados pelas grandes empresas, com o logo daquela marca que adora, pelo menos economize uma grana e compre os ovos depois do feriado. Para não passar "em branco", crie "vale-ovos", ou outras brincadeiras com as crianças, ganhando assim algus dias de manobra enquanto espera pela queda de preços. Ou tenha uma conversa franca e aberta, afinal, quem não entenderia a situação? Todos sabemos que depois da Páscoa e do Natal os preços caem vertiginosamente.
Faça seus próprios ovos de Páscoa.
Outra opção interessante, que ainda pode contribuir para que você passe um tempo de qualidade ao lado das pessoas que ama. Se os seus filhos querem ovos, então por que não fazê-los juntos? Vale muito mais do que qualquer ovo das Princesas ou do Star Wars. Aproveitando o ensejo, lembre-se que, quem manda no relacionamento, são os pais e ou responsáveis: já fui privada de coisas "que queria muito" na infância porque meus pais não tinham condição e/ou interesse em me dar, e adivinhem? Eu sobrevivi.
Ainda prefiro não tomar parte, mas sei que é uma opção super pessoal, alinhada com minhas crenças não religiosas e intenções e práticas minimalistas. Mas é algo a se pensar, caso você nunca tenha tido essa oportunidade. Tenho certeza que existe um meio termo que funciona para cada um, esses que citei são apenas as opções mais fáceis, do meu ponto de vista! O que vocês pensam do assunto?














